A noite, o café. A mesa. O silêncio e a solidão. Ela me olhava nos olhos como a quem olha a um estranho que se quer decifrar. Bebi mais um gole e de pergunta idiota em idiota ia sabendo a alma dela. Era a névoa lá fora, o frio que vinha da janela e o jeito carioca de ser besta que mexeu com ela. Era só mais um colega numa lista.
Eram as canções em minha mente. O nome dela é canção.
Eram as canções em minha mente. O nome dela é canção.